O vocalista da banda Ultraje a Rigor, Roger Moreira, atacou o governador da Bahia, Rui Costa (PT), divulgando fake news em seu perfil no Twitter, neste domingo (28). Na rede social, o cantor usou um vídeo gravado, em Guanambi, no centro-sul do estado, em 2017.

Na época, uma mulher registrou o momento em que funcionários da prefeitura retiravam móveis e equipamentos da Unidade Básica de Saúde (UBS), no bairro Ipiranga. O material foi retirado para dar suporte a uma feira de saúde que acontecia no município. Após o evento, todo o material foi devolvido.

Em março deste ano, o cantor foi condenado a indenizar a artista plástica Adriana Varejão em R$ 40 mil após a polêmica exposição “Queermuseu’, que estava em cartaz em 2017, em Porto Alegre, e foi cancelada após protestos nas redes sociais. As informações foram divulgadas pela Folha de São Paulo.

O músico publicou imagens e textos contra Adriana Varejão na época em que ela defendeu a permanência da exposição. Os protestos contra ‘Queermuseu’ acusavam a mostra de blasfêmia a símbolos religiosos e de, em alguns casos, pedofilia e zoofilia.

O vocalista da banda Ultraje a Rigor, Roger Moreira, atacou o governador da Bahia, Rui Costa (PT), divulgando fake news em seu perfil no Twitter, neste domingo (28). Na rede social, o cantor usou um vídeo gravado, em Guanambi, no centro-sul do estado, em 2017.

Na época, uma mulher registrou o momento em que funcionários da prefeitura retiravam móveis e equipamentos da Unidade Básica de Saúde (UBS), no bairro Ipiranga. O material foi retirado para dar suporte a uma feira de saúde que acontecia no município. Após o evento, todo o material foi devolvido.

Em março deste ano, o cantor foi condenado a indenizar a artista plástica Adriana Varejão em R$ 40 mil após a polêmica exposição “Queermuseu’, que estava em cartaz em 2017, em Porto Alegre, e foi cancelada após protestos nas redes sociais. As informações foram divulgadas pela Folha de São Paulo.

O músico publicou imagens e textos contra Adriana Varejão na época em que ela defendeu a permanência da exposição. Os protestos contra ‘Queermuseu’ acusavam a mostra de blasfêmia a símbolos religiosos e de, em alguns casos, pedofilia e zoofilia.

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