O presidente do Instituto Metropolitano de Desenvolvimento Sustentável e inovação (IMDI), Mauro Cardim, questiona à Prefeitura de Lauro de Freitas como vai ficar a situação dos comerciantes tradicionais da cidade com a chegada do novo shopping.

De acordo com o empresário, a prefeitura não teve essa preocupação. “Não vimos qualquer mecanismo de suporte aos comerciantes tradicionais da nossa cidade para evitar o ‘canibalismo” e perdas que enfrentarão após a inauguração do empreendimento. É bom lembrar que Lauro de Freitas chegou ao patamar de 6ª/7ª economia da Bahia, com grande ajuda deste comércio, ou seja, antes da inauguração do shopping. Agora, mais do que nunca, os comerciantes serão deixadas ao léu.”, disse.

Além disso, Mauro Cardim afirma que a população desconhece qualquer “pacote de contrapartidas sociais” efetivada entre a prefeita e a gestão do shopping.

“Certamente não estão contempladas ações reparadoras pelos impactos causados, incluindo o comércio. Vejo a luta do CDL, da ACELF, em dinamizar uma aproximação entre o empresariado local e a Prefeitura, mas sem qualquer pragmatismo do Executivo Municipal em reconhecer a importância disso”, frisou.

Mobilidade urbana

Em outra ocasião, Mauro Cardim, já havia questionado sobre a mobilidade urbana e o impacto de vizinhança que o empreendimento tem provocado na cidade de Lauro de Freitas.

“Venho relatando a irresponsabilidade na condução das soluções empregadas para a mobilidade urbana do shopping, desde os acessos até o impacto sobre o fluxo de trânsito nas regiões das avenidas Santos Dumont e Luiz Tarquínio. Na “terra dos armengues*, certamente isto será mais um problema que será empurrado para a nova gestão da cidade resolver”, concluiu.

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