O deputado federal Ricardo Barros (PP), líder do governo Bolsonaro na Câmara, rejeitou nesta segunda-feira (14), a possibilidade de renovação do auxílio emergencial. “Em princípio, não haverá prorrogação do orçamento de guerra. Não havendo prorrogação, não há nenhuma chance de renovação do auxílio emergencial”, disse Barros.

Ainda no evento, Barros afirmou que não há espaço no Orçamento para viabilizar a extensão do benefício. Segundo ele, a prorrogação só aconteceria no caso de uma paralisação completa da economia em meio à pandemia do novo coronavírus. Mas Barros não acredita nesse cenário.

“Não vejo pressão sobre a prorrogação do auxílio. Muitos retomaram atividades, que estão quase sendo normalizadas em cidades do interior. Isso permite que as pessoas voltem a ter sua renda”, declarou o líder do governo na Câmara.

Nesta segunda-feira, 14, foi apresentado um projeto de lei no Senado que deseja prorrogar o pagamento do auxílio emergencial do governo federal até março de 2021. Segundo a proposta, o valor seria o mesmo pago atualmente, de R$ 300.

O texto é de autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania) e depende de aprovação pelas maiorias do Senado e da Câmara dos Deputados.

A proposta mantém o pagamento de R$300 a todos os beneficiários atuais do auxílio emergencial. A extensão do programa criado no início da pandemia ocorre hoje por força de medida provisória (MP 1000/2020) e prevê o encerramento dos repasses neste mês de dezembro.

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