A deputada federal do PSD, Flordelis,  acusada de mandar matar o marido, o pastor Anderson do Carmo, repassou R$ 93 mil a uma empresa responsável por monitorar suas redes sociais. Chama atenção o fato de todos os links das contas que eles estão encarregados de fazer publicações não terem conteúdo e nem seguidores.

A empresa em questão é a G3 Propaganda, cujo sócio administrador é Pedro Gerolimich, que até o mês de agosto era superintendente de Leitura e Conhecimento da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro. O contrato foi feito com a cota parlamentar de Flordelis de março a outubro desse ano.

As notas fiscais acusam serviços de divulgação do mandato da deputada, além de monitoramento, comunicação e manutenção do Facebook e Instagram oficiais dela. As páginas oficiais de Flordelis nas redes sociais têm milhares de seguidores, mas as que são responsabilidade da G3 contam com pouco mais de 100.

Pedro Gerolimich declarou à Istoé que “As atividades parlamentares da deputada Flordelis não se relacionam com minhas atribuições na época de superintendente de Leitura e muito menos com minha campanha para vereador da cidade do Rio de Janeiro. Não existe nenhuma irregularidade, muito menos conflito de interesse”.

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