A Bahia registrou, nas últimas 24 horas, 1.272 novos casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 2.808 curados (+1,2%), de acordo com o boletim epidemiológico deste domingo (30). Dos 256.062 casos confirmados desde o início da pandemia, 239.467 já são considerados curados e 11.251 encontram-se ativos.

Os casos confirmados ocorreram em 415 municípios baianos. Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Almadina (5.655,20), Ibirataia (5.609,98), Dário Meira (4.845,94), Itabuna (4.833,44) e Salinas da Margarida (4.672,24).

O boletim contabiliza ainda 475.176 casos descartados e 84.194 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas de hoje.

Além disso, no estado, 22.635 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Os dados do boletim deste domingo contabilizam 42 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19.

Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo novo coronavírus (Covid-19).

Confira a tabela de óbitos abaixo:

(Divulgação)

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 5.344, representando uma letalidade de 2,09%. Dentre os óbitos, 55,88% ocorreram no sexo masculino e 44,12% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 52,23% corresponderam a parda, seguidos por branca com 15,96%, preta com 15,53%, amarela com 0,82%, indígena com 0,11% e não há informação em 15,34% dos óbitos.

O percentual de casos com comorbidade foi de 75,58%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (76,78%).

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