“O presidente quer  uma pessoa sua para que pudesse ligar e pegar informações, relatórios de inteligência. Não é papel da Polícia Federal prestar esse tipo de informação. Imagina se durante a própria Lava Jato um ministro ou a presidente Dilma ligasse para o superintendente em Curitiba”, questionou Moro. “O grande problema não é quem entra, mas por que entra”, completou.

No seu pronunciamento, Sérgio Moro citou a “interferência política” de Bolsonaro ao exonerar o diretor-geral da PF, Maurício Aleixo. A demissão foi confirmada nesta sexta-feira em publicação do Diário Oficial da União (DOU).

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