A excentricidade sempre fez parte do folclore em torno de Chiquinho Scarpa. O conde, um dos últimos quatrocentões de São Paulo, já disse que enterraria um carro caríssimo no quintal de casa, que tinha uma criação de anões e que já havia dormido com mais de 7 mil mulheres.

Morador de um palacete avaliado em R$ 63 milhões, que ele tenta vender há oito anos, Chiquinho pode passar um ano sem pisar num dos enormes cômodos do imóvel. E por lá já se perdeu da namorada, a corretora de imóveis Luana Risério. Para que isso não acontecesse com frequência, passou a monitorar a moça através de um microchip de GPS implantado sob a pele dela.

Além do microchip, que localiza Luana, de 35 anos (33 a menos que ele), em qualquer lugar do mundo, o conde ainda tem acesso a outro aplicativo de localização ligado diretamente ao celular da namorada, que mora com ele há pouco mais de um ano, desde que se mudou de Goiânia para São Paulo.

A engenhoca não é exclusividade de Chiquinho. Um grande número de empresários em São Paulo, por exemplo, já têm o chip implantado objetivando a própria segurança. Criado por uma empresa americana, pode custar R$ 30 mil.

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