A recusa em concentrar antes do jogo contra o CRB, realizado na terça-feira passada, expôs a dívida do Vitória com os jogadores do elenco. Mas eles não são os únicos com quem o clube não tem honrado seus compromissos. A coluna Bate-Pronto do jornal Correio informa nesta segunda-feira (18) que funcionários demitidos da Toca no final de abril, logo após a eleição de Paulo Carneiro à presidência, também estão sem receber o combinado.

De acordo com a publicação, no distrato, o clube fez um acordo para pagar as verbas da rescisão trabalhista em seis parcelas a partir de outubro, sempre no dia 10, o que não aconteceu. Ou seja, já são dois meses de calote. E a expectativa a curto prazo é ruim, porque não há perspectiva de novas receitas e, para piorar, o fim da Série B no dia 30 de novembro implica no oposto, pois não haverá mais a renda de bilheteria proveniente dos jogos.

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